O Mundo Assombrado pelo Esquerdismo!
O mundo assombrado pelo esquerdismo!
Sou capitalista! Sempre fui contra a Zona do Euro, contra as grandes corporações, contra os grandes banqueiros mundiais, contra o FED e todas as coisas que a Europa fez durante os últimos anos para chegar ao nível que está. Achou estranho? Calma que é só o começo. Nunca antes na história desse país houve a tanta necessidade de dizer que defender o capitalismo é justamente defender o contrário de tudo isso. Mais certa do que todas as teorias apocalípticas dos “2012 retardados” é a idéia que 2011 foi um ano em que mais uma vez o mundo se viu assombrado pelo esquerdismo.
Em 2011, a Inglaterra foi palco de uma verdadeira onda de vandalismo . Quem eram os protagonistas? Jovens que tiveram sua mesada cortada pelo governo que depois de tantos anos com políticas multiculturalistas de incentivo à imigração sem a mínima preocupação de integrá-los à cultura do país, foram às ruas reclamar porque seu “apertamento” não é bom o suficiente . Ninguém quer defender a preservação do Estado-Nação, mas quem quer assumir a culpa pelos fracassos da sociedade “pluralista”?
A Europa está sendo utilizada como laboratório de políticas esquerdistas desde quando o mundo não conhecia o Super Nitendo.
No campo econômico o raio x é claro: com o passar dos anos o governo foi tomando as rédeas da economia, regulando a competição entre as empresas através de políticas protecionistas de subsídios estatais, implantou uma política inflacionária de liberação descontrolada de crédito, e ainda passou a ter altos gastos estatais, tirando do mercado a responsabilidade de regular preços, investimentos e o aumento do padrão de vida da sociedade, tudo em nome do ‘bem estar social’.
Aqui no Brasil não é diferente. O quê podemos esperar de uma economia em desindustrialização precoce, onde o Governo sobretaxa as importações de maquinários atrapalhando a modernização da indústria nacional, e, ao mesmo tempo, permite que o dinheiro do BNDES seja utilizado na fusão do “Grupo Pão de Açúcar” com as “Casas Bahia”, concentrando na mão de um só grupo a maior fatia do mercado varejista nacional? Mas o que é esse tipo de fato perto de agora “filho de pedreiro” poder também fazer faculdade, não é?
O que seria da esquerda sem suas vítimas sociais? Mesmo os negros serem os principais responsáveis de a escravidão ter chegado e se mantido aqui no Brasil, hoje ainda concede-se cotas em universidades e concursos públicos para os “afrodescendentes” (seu tataravô serve) em nome da democratização da cultura e das oportunidades. Como cético que sou, desconfio de todo mundo que queira melhor o mundo. Acredito em muita coisa, principalmente que muita gente já foi morta pelos reformadores “do bem”. Já era de se saber que os “ganhos sociais” só se instalam quando se acomodam e passam a servir às velhas mazelas humanas.
Mas, voltando à nossa própria cozinha de pratos europeus, alguém pode me dizer se a Europa atual está melhor do que antes do Euro? Se todas as medidas tomadas nestes anos foram em busca de uma sociedade mais justa, próspera e cada vez mais “auto-sustentável”, então foram esforços em vão. Duas guerras foram travadas para que uma Alemanha não ascendesse como líder soberana da Europa, e agora a Alemanha está quase dizendo a hora que os líderes dos países podem ou não defecar.
A “Social-Democracia (?)” não foi implantada pelos “Capitalistas”, mas foi arquitetado pelos auto-proclamados senhores da verdade e do bem total, que não tinham consciência de sua total falta de talento, capacidade e das conseqüências que estas medidas teriam ao mundo todo de nosso tempo.
Em verdade, se alguma dupla de cantores de funk tivesse sido enviada para sabotar toda a Europa, não seriam tão bons quantos os homens do Euro!
A Europa já foi mais bela. Hoje encontramos homens de pleno conhecimento científico e tecnológico, mas há um vazio para ser preenchido no campo político e econômico. A Europa está despoetizada. Falta-lhes uma verdadeira renovação, mas uma renovação de volta às suas origens. Uma volta à liberdade econômica, à livre iniciativa e à autonomia política. O capitalismo é um dos grandes responsáveis pelo processo de civilização da humanidade. No século passado, teorias catastróficas das mais variadas (escassez de comida, energia, etc.) eram divulgadas por todos os lados. Era impossível para a mentalidade da época pensar que 75% da população mundial (de 7 bilhões de habitantes) estaria hoje tendo o que comer e o que vestir.
Algum leitor irritado deve estar pensando: “Tá, mas e a África?”
O que tem a África? A África que antes da chegada do “homem branco” vivia sob guerras tribais, com gente tendo seus órgãos cortados e pessoas sendo queimadas em público? A África que já vivia na miséria e vive até hoje onde nenhum europeu colocou os pés, como a Etiópia? Como diria Milton Friedman: “ A pobreza não é um problema do capitalismo, mas da falta dele”. O capitalismo não veio como um sistema que quisesse realizar milagres, mas trouxe ao mundo a internet, o celular e o viagra, que valem mais do que qualquer conversa sobre luta de classes, sexo revolucionário e direitos humanos dos cachorros. Então ele tem cumprido muito bem o seu papel. Sempre através da cooperação voluntária entre os indivíduos, respeitando sempre a liberdade individual de modo a garantir no seio social ordem, segurança e prosperidade. Como vimos, nada disso o socialismo pode oferecer.
Falo com todas as letras: qualquer sociedade construída sob o ideal esquerdista (econômico ou cultural) é tão inarticulada e artificial que não pode subsistir ao longo do tempo. A imagem que se tem do esquerdismo é de uma total decepção. E então, aonde está seu “Marx agora”? Não só ele, mas Foucault, Keynes, Barack Obama e uma lista gigantesca de material humano de péssima qualidade. É legítimo, portanto, ter a esperança que o mundo deixe de ser assombrado pelo esquerdismo, e que o velho continente volte a ter suas raízes gloriosas, que fazem parte de sua história desde a Idade Média, até os tempos atuais.




